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A relação com o medo de errar.


Ao longo da vida, somos estimulados por uma série de padrões de sucesso, promovendo uma perspectiva competitiva, orientada à escassez e à culpa.

Em função deste contexto, reduzimos a capacidade de reconhecer em nós mesmos a causa dos problemas que vivenciamos, como abordei no texto da semana passada "O que você tem a ver com os problemas que vivencia?", salientando que o erro é um de nossos principais inimigos. Essa relação com o erro não prejudica apenas a nós mesmos, mas também a todos que nos cercam.


Portanto, meu convite hoje é para que possamos perceber o erro a partir de outra perspectiva. Ao invés de reforçar o grupo que estimula a penalização e exposição negativa de quem erra, sugiro uma prática diferente, que vai incorporar novos aprendizados: compreenda o erro como parte do caminho que ensina a ser melhor ou como oportunidade de entender e investigar o contexto que pode ser a causa do problema.


Nos mais diversos papéis que exerço, como pai, companheiro, consultor e ultramaratonista, errar sempre esteve presente, e nas ocasiões que consegui superar isso, pude identificar as capacidades de aceitar, de reconhecer minha responsabilidade e também de me perdoar. Esse raciocínio não é uma ode ao erro, mas um alerta de que a consciência é muito mais produtiva do que a simples culpa.


E você, como tem lidado com o erro?

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