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O que você tem visto de natureza invisível?


Já faz algum tempo que busco os aspectos subjacentes àquilo que acontece nas dimensões de cultura, relações, processos e recursos das organizações com as quais atuo. Esses aspectos, em geral, determinam comportamentos e sustentam um conjunto de acordos não verbais, porém existentes. Posso dizer que soam como uma música inaudível, que dá ritmo às relações e nunca para de tocar.


Cada organização, e até mesmo um subconjunto dela, tem sua própria melodia. A capacidade de percebê-la passa pelo desenvolvimento de sentidos que vivem em nossos corpos mais sutis, e não no corpo físico e seus cinco sentidos, ligados à capacidade de perceber o que é material. Os sentidos mais sutis são os que nos permitem imaginar, inspirar e intuir.


Existem diferentes caminhos para o aprofundamento dessas capacidades, e eu escolhi um: me engajei em uma formação baseada na metodologia de observação Goetheana chamada "Artistas do Invisível". O estudo dura três anos e é liderado pelas facilitadoras Ana Paula P. Chaves Giorgi, Ana Biglione e Pilar Cunha do Instituto Fonte Para O Desenvolvimento Social, com o suporte dos especialistas sul-africanos Allan Kaplan e Sue Davidoff. Como Goethe disse: “Cada novo objeto, visto em profundidade, abre em nós um novo órgão de percepção.”


Neste caminho, certamente sairei diferente, melhor do que entrei, e cheio do desejo de poder compartilhar cada vez mais isso com o mundo.

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